Sindjus/AL conquista liminar favorável a não transferência de servidores
Em julgamento de dois dos três mandados de segurança, contra a transferência de servidores do Tribunal Regional do Trabalho para as Varas Trabalhistas no interior de Alagoas, o Sindjus/AL conquistou duas liminares favoráveis aos sindicalizados. No outro mandado de segurança, foi dado prazo para a presidência do TRT prestar informações para julgamento da ação. Na manhã da última segunda-feira (10), o coordenador Jurídico do Sindjus/AL, Paulo Falcão, procurou o presidente em exercício do TRT, desembargador Federal do Trabalho Severino Rodrigues Santos, um dos relatores da liminar concedida ao sindicato, para buscar apoio à reivindicação referente à falta de critérios objetivos para a transferência de servidores para o interior de Alagoas. O desembargador Federal do Trabalho destacou que o sindicato deve procurar reverter à situação junto ao Pleno do TRT através de requerimento administrativo. Ele assegurou que irá apoiar o pleito do Sindjus/AL quando a matéria chegar ao Pleno, da mesma forma que concedeu a liminar ao sindicato. Remoção – Assim que o Sindjus/AL tomou conhecimento da redistribuição de servidores com mais de 20 anos de trabalho em Maceió para o interior de Alagoas, que o sindicato busca reverter a situação. Na última quinta-feira (06), o sindicato tentou, sem sucesso, marcar uma audiência com o Corregedor-Geral do Superior Tribunal do Trabalho, ministro Carlos Alberto Reis de Paula – que determinou a transferência – para tratar dos critérios objetivos utilizados pelo Tribunal, o qual alegou carência de servidores no interior, embora que a capital alagoana também passe por esse problema. Na última sexta-feira (06), durante ato público em frente ao prédio das Varas Trabalhistas, o coordenador Jurídico do Sindjus/AL, Paulo Falcão, solicitou à categoria que fosse formada uma comissão entre os servidores e o sindicato no sentido de que fossem definidos os critérios objetivos para a redistribuição. O outro coordenador Jurídico do Sindjus, Marcus Robson, esclareceu que o Sindjus/AL não quer interferir no processo administrativo do Tribunal, mas sim indicar os parâmetros e os critérios que possam ser adotados, no sentido de que seja garantido um processo democrático.



