Sindjus/AL, um sindicato forte e atuante

Sindjus/AL se consolida no movimento sindical com seu histórico de lutas e conquistas

Missão
O Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário Federal em Alagoas (Sindjus-AL) tem a missão de defender os servidores do Judiciário Federal e do MPU, organizando a categoria pela manutenção e ampliação dos direitos dos trabalhadores.

Início
Após a deflagração de movimento grevista em abril de 1996, pela aprovação do primeiro Plano de Cargos e Salários, os servidores do Judiciário Federal entenderam que precisavam de um sindicato combativo para organizar os trabalhadores e avançar na luta.

Desde sua fundação em 25 de julho de 1996, que a coordenação mostrou a linha política de independência política, econômica e organizativa, preservando seus princípios estatutários sempre na perspectiva da construção de uma sociedade livre e igualitária.

O Sindjus-AL está na luta em conjunto com os servidores do Judiciário Federal e do MPU de todo o país pela aprovação dos três Planos de Cargos e Salários (Leis 9.421 de 1996, 10.475 de 2002 e 11.416 de 2006), além de incorporação de direitos, como os 11,98%.

A entidade sindical contribuiu para romper com as velhas estruturas no Judiciário Federal alagoano, aproximando-se das lutas gerais da sociedade.

O Sindjus/AL se posicionou contra as reformas da previdência, trabalhista e administrativa, contra os arrochos salariais, contra a Área de Livre Comércio das Américas (Alca) imposta pelos Estados Unidos. Foi uma das primeiras entidades sindicais a se desfiliar da Central Única dos Trabalhadores (CUT) por entender que essa Central não atendia aos interesses dos trabalhadores.

Foco da luta
Em seus planejamentos estratégicos, o Sindjus-AL mantém o compromisso de fortalecer os movimentos sociais, apoiar políticas em prol dos direitos humanos; investir na formação de base e dirigentes; fomentar a organização de base; investir na cultura e Comunicação.

Lutas e conquistas dos servidores do Judiciário e do MPU

Específicas
– Luta e mobilização pelo Plano de Carreira;
– Luta pelo reajuste salarial;
– Luta pela recuperação das perdas salariais acumuladas;
– Conquista dos Planos de Cargos e Salários – PCS 1 (1996), PCS 2 (2006), PCS 3   (2012) e PCS 4 (2016);
– Incorporação dos 11,98%;
– Aumento do percentual da Gratificação Judiciária (GAJ);
– Aumento do percentual da Gampu;
– Deferimento do Agravo de Instrumento para pagamento de Função Cheia;
– Incorporação dos quintos – MPU;
– Pagamento dos quintos dos anos 1998 e 1999 aos servidores do MPU;
– Incorporação dos quintos administrativamente pelo TRE/AL e TRT/AL;
– Estágio probatório em 24 meses na Justiça Federal de Alagoas;
– Luta pela regulamentação da Gratificação de Atividade Externa, Gratificação de   Atividade de Segurança, Adicional de Qualificação e Desenvolvimento da Carreira;
– Enquadramento do Auxiliar Operacional de Serviços Diversos como técnico judiciário;
– Luta pela equiparação das chefias dos cartórios eleitorais da capital e do interior;
– Luta pelo nível superior para Técnicos Judiciários;
– Luta pelo pagamento dos passivos salariais e demais direitos trabalhistas (URV –   11,98%, quintos e outros);
– Defesa da unificação dos auxílios-alimentação, pré-escolar e de assistência médica, com recomposição inflacionária anual;
– Defesa do pagamento integral dos planos de saúde pelos tribunais com reposição   inflacionária anual;
– Implantação definitiva da lei isonomia dos chefes de cartório da capital e do interior;
– Pagamento dos 13,23%.
– Política permanente de saúde dos trabalhadores do PJU e do MPU;
– Combate à terceirização, exigindo do Judiciário e do MPU a fiscalização e garantia dos   direitos dos trabalhadores das empresas terceirizadas que atuam nos tribunais;
– Democratização do Judiciário e repúdio às práticas antidemocráticas das   administrações;
– Luta contra a política de metas com a crescente cobrança de produção;
– Pela reposição da indenização de transporte aos Oficiais de Justiça;

Gerais
– Luta por Política salarial permanente com respeito à data-base dos servidores públicos, dando cumprimento à Adin 2.061 e artigo 37, X, da CF que tratam do direito à revisão anual de suas remunerações;
– Luta pelos reajustes lineares anuais;
– Defesa dos direitos trabalhistas e da Justiça do Trabalho;
– Contra a PEC 55/2016 (PEC 241/2016) que desmonta os serviços públicos e congela investimentos públicos por 20 anos;
– Participação do plebiscito conta a Alca;
– Mobilização em Alagoas e no Brasil contra a reforma da Previdência;
– Participação do plebiscito popular pela anulação do leilão da Vale;
– Organização da fundação da Conlutas em Alagoas;
– Luta pela jornada de 30 horas sem redução de salário;
– Participação do Comitê em Defesa do Petróleo;
– Mobilização contra a resolução 53/2008, que reduz a prestação jurisdicional da Justiça do Trabalho.
– Luta pela manutenção da Justiça do Trabalho;
– Participação da Auditória Cidadã da Dívida Pública;
– Luta contra a terceirização e privatização dos serviços públicos;
– Luta contra os assédios moral e sexual;
– Luta pelo direito irrestrito de greve;
– Luta pela plena liberdade e autonomia sindical com amplo direito de organização nos locais de trabalho e contra o imposto sindical;
– Luta pela retirada de todas as propostas de reformas, dos projetos de leis de retirada de direitos, medidas provisórias e decretos contrários aos interesses dos servidores públicos e trabalhadores;
– Luta pela paridade e integralidade entre ativos, aposentados e pensionistas;
– Luta pela aprovação da PEC 555/2006 da extinção da contribuição previdenciária;
– Defesa da Convenção 158/78 da OIT (contra a demissão imotivada);
– Pela negociação coletiva no Serviço Público (Convenção 151/78 da OIT).
– Suspensão do pagamento da dívida pública brasileira. Auditória já!
– Contra os leilões das reservas de petróleo. Petrobrás 100% estatal;
– Contra a privatização dos aeroportos, portos, rodovias, ferrovias e estradas do país;
– Contra a privatização da saúde. Não às Organizações Sociais, às Oscip e à Ebserh. Em defesa do SUS gratuito, de qualidade e acesso universal;
– Pela reestatização da mineradora Vale e de todas empresas públicas privatizadas;
– Fim da violência em todos os aspectos, contra o genocídio da juventude pobre da periferia e dos grandes centros urbanos e contra a violência às mulheres;
– Por creches em locais de trabalho e por moradia digna;
– Combate ao racismo, ao machismo e à LGBTfobia.
– Apoio aos movimentos sociais, populares, estudantis e culturais.