28 de agosto de 2020

Sindjus-AL definirá com a categoria deflagração de greve pela vida, aprovada na Plenária da Fenajufe

A coordenação do Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário Federal em Alagoas (Sindjus-AL) realizará rodadas de assembleias setoriais e assembleia geral, a partir da segunda semana de setembro, na plataforma do Google Meet, para a categoria definir as lutas em defesa da vida, do salário, contra a reforma administrativa, pela manutenção do trabalho remoto durante a pandemia do novo coronavírus.

Na reunião Ampliada da Fenajufe, realizada no dia 22 de agosto, foi aprovada por maioria a realização da greve sanitária devido à falta da garantia de segurança sanitária para os servidores e população nas eleições, além das estruturas físicas comprometidas no Judiciário, como a falta de circulação de ar, como também a falta de vacinas e medicamentos eficazes.

Na proposta do Sindjus-AL, o coordenador Jurídico, Paulo Falcão, defendeu que a Fenajufe empreenda as medidas necessárias para os sindicatos realizarem rodadas de assembleias nos estados a fim de deliberar a greve pela vida, contra os ataques aos direitos da categoria e de toda a classe trabalhadora.

Uma nova Ampliada ocorrerá no dia 19 de setembro, onde serão discutidas proposições destacadas na última reunião Ampliada, que não foram apreciadas.

Ataque aos servidores

Há várias propostas de corte de salário. O governo Bolsonaro quer tornar o auxílio emergencial “permanente”. O deputado federal Kim Kataguiri (DEM-SP) está recolhendo assinaturas para uma proposta que visa limitar a R$ 6 mil a remuneração dos servidores (teto do INSS).

O coordenador Geral do Sindjus-AL, Paulo Falcão, apontou a permanência do trabalho remoto durante a pandemia, como forma de defender a vida. “Querem limitar ou reduzir os salários de servidoras e servidores. Vale lembrar que foi congelado qualquer tipo de reajuste salarial e gasto com pessoal até dezembro de 2021”.

Corte de salário

Paulo Falcão lembrou que os sindicatos de São Paulo e da Bahia já deliberam pelo estado de greve. Defendeu que a Fenajufe retome o calendário de luta do início do ano, citando a greve nacional no dia 18 de março em defesa dos Serviços Públicos e contra o desmonte do Estado brasileiro.

28 de agosto de 2020

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